Tenho Jardim Privado, Tenho Piscina: Sou um Homem de Sucesso – Votem em Mim

 

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1º de Maio (May Day) em Imagens

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EUA (USA) – Trabalho Infantil na Primeira Metade do Século XX


Fotografias e Legendas de Vintage Portraits

Vintage Portraits of Child Labor in the United States

Young Spanish-American boy shortly after the last exam at school. He will probably not come to school tomorrow since children are not required to on the last few days in order to work. on April 10-16, 1941.
African American boy selling The Washington Daily News – sign on his hat reads, “Have you read The News? One cent” – headline reads “Millionaire tax rends G.O.P.”, 1921.

 

Boy at warping machine in Newton Cotton Mill. Been there 2 years. Newton, N.C., 1908.

 

Child Labor in the Textile Mills. The Lawrence textile strike was a strike of immigrant workers in Lawrence, Massachusetts in 1912 led by the Industrial Workers of the World.

 

Photograph shows half-length portrait of two girls wearing banners with slogan “ABOLISH CH[ILD] SLAVERY!!” in English and Yiddish (“(ני)דער מיט (קינד)ער שקלאפער(ײ)”, “Nider mit Kinder Schklawerii”), one carrying American flag; spectators stand nearby. Probably taken during May 1, 1909 labor parade in New York City.

Albernesi Family, 126 W. Eagle St. Left to right: Frank Albernesi, 5 years old. Libori Albernesi, 15 years old, Joseph Albernesi, 13 years old. Family goes to country in summer to pick fruit. Location: Buffalo, New York (State), 1910.

 

Boys picking over garbage on “the Dumps.” Boston. Location: Boston, Massachusetts. 1908.

 

Brown McDowell 12 year old usher in Princess Theatre. Works from 10 A.M. tp 10 P.M. Can barely read; has reached the second grade in school only. Investigator reports little actual need for earnings. Location: Birmingham, Alabama. 1914.

 

Charlie Foster has a steady job in the Merrimack Mills. School Record says he is now ten years old. His father told me that he could not read, and still he is putting him into the mill. See Hine report. Location: Huntsville, Alabama. 1913.

 

“Children and Sugar Beets” Hall County, Nebraska, October 17, 1940.

 

A 13-year old boy pushes a loaded coal car at the Knoxville Iron Company mine near Coal Creek (now Lake City) in the U.S. state of Tennessee. 1910.

 

Boys move coal cars at the entrance to the Knoxville Iron Company’s mine near Coal Creek (now Lake City) in the U.S. state of Tennessee. 1910.
Marie Costa, Basket Seller, 605 Elm St., Sixth St. Market, Cincinnati. 9 P.M. Had been there since 10 A.M. Sister and friend help her. Location: Cincinnati, Ohio. 1908.


Messenger boy working for Mackay Telegraph Company. Said fifteen years old. Exposed to Red Light dangers. Location: Waco, Texas. 1908.


Many youngsters here. Some boys were so small they had to climb up on the spinning frame to mend the broken threads and put back the empty bobbins. Location: Macon, Georgia. 1909.


December 1913. Stevenson, Alabama. “One of the young workers of the Stevenson Cotton Mills. Apparently under twelve years.”


Newsie, “flipping cars”. Location: Boston, Massachusetts. 1909.


Mrs. Lucy Libertine and family: Johnnie, 4 years old; Mary, 6 years; Millie, 9 [?] years, picking nuts in the basement tenement, 143 Hudson St. Mary was standing in the open mouth of the bag holding the cracked nuts (to be picked), with her dirty street shoes on, and using a huge dirty jackknife. On the right is the cobbler’s bench used by shoemaker in this room. They live in dark inner bedrooms, and filth abounds in all the room and in the dark, damp entry. Location: New York, New York (State) 1911.


Pin boys in Les Miserables Alleys, Frank Jarose, 7 Fayette St., Mellens Court, said 11 years old, made $3.72 last week. Joseph Philip, 5 Wall St., said 11 years old, and works until midnight every week night; said he made $2.25 last week and $1.75 the week before. Willie Payton, 196 Fayette St., said 11 years old, made over $2 last week, works there every night until midnight. Location: Lowell, Massachusetts. 1908.


Harley Bruce, a young coupling-boy at tipple of Indian Mountain Line of Proctor Coal Co., near Jellico, Tenn. He appears to be 12 or 14 years old, and says he has been working there about a year. It is hard work and dangerous. Not many young boys employed in or about the mines of this region. Location: Jellico vicinity, Tennessee. 1910.


Rhodes Mfg. Co., Lincolnton, N.C. Spinner. A moments glimpse of the outer world Said she was 10 years old. Been working over a year. Location: Lincolnton, North Carolina. 1908.


Tenjeta Calone, Philadelphia, 10 years old. Been picking cranberries 4 years. White’s Bog, Browns Mills, N.J. This is the fourth week of school and the people here except to remain two weeks more. Sept. 28, 1910. Witness E. F. Brown. Location: Browns Mills, New Jersey.


Interior of tobacco shed, Hawthorn Farm. Girls in foreground are 8, 9, and 10 years old. The 10 yr. old makes 50 cents a day. 12 workers on this farm are 8 to 14 years old, and about 15 are over 15 yrs. Location: Hazardville, Connecticut. 1917.


View of children working in the Tolar, Hart and Holt Mills, Fayetteville, North Carolina. Photo courtesy of the Library of Congress, Washington, D. C. 1914.


Vance, a Trapper Boy, 15 years old. Has trapped for several years in a West Va. Coal mine. $.75 a day for 10 hours work. All he does is to open and shut this door: most of the time he sits here idle, waiting for the cars to come. On account of the intense darkness in the mine, the hieroglyphics on the door were not visible until plate was developed. Location: West Virginia. 1908.

George Soros e a Primeira Máquina Automática de Venda de Ganza (Dope) – EUA

Talvez mau para os traficantes clandestinos, e criminosos, e bom para os negociantes legais. Que o diga George Soros, um magnata da banca, especulador financeiro (ganhou mil milhões de dólares num único dia especulando contra o Banco de Inglaterra), administrador de empresas, filantropo e promotor de revoluções mais ou menos coloridas. Este é o George Soros que através da sua Fundação para a Sociedade Aberta investiu 80 milhões de dólares americanos na campanha pela legalização da cannabis (começou por oferecer meio milhão ao governo do Uruguai) e que se prepara, dizem as más línguas, para ser um dos grande produtores da mesma. 
Lê-se na Wikipedia a respeito da sua Fundação: “Intended programs include “the education of librarias and others; expansion of a free pressInternet, and e-mail communication; publishing; human rights; arts and culture; and social, legal, and economic reform”. 
É célebre a sua filantropia nestas áreas. Entre outras coisas, ofereceu uma bolsa de estudo a Viktor Orban, o actual primeiro ministro da Hungria. Tem pressionado ultimamente Obama para libertar as reservas de energia estado-unidenses, na perspectiva de arruinar a economia da Rússia.   
Georges Soros, em suma, é um paladino da liberdade como nós a queremos, e sem a chatice das instituições democráticas, mesmo as burguesas.
 
Li num sítio brasileiro que
“Empresários americanos estão investindo alto no comércio de maconha. Em um mercado avaliado em 30 bilhões de dólares somente nos Estados Unidos, várias startups já investem no ramo da maconha”. 

Empresários americanos estão investindo no comércio de maconha

 
Mas não é o primeiro tipo de ganza que é legalizada nos EUA. Senão, vejam:
 

 

 

 

 

 

 
 

O Governo de Passos Coelho e Paulo Portas é Inconstitucional e é Fora da Lei

 
Basta ler a…
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA – REVISÃO 2005
TÍTULO III
Direitos e deveres económicos, sociais e culturais

CAPÍTULO I
Direitos e deveres económicos

Artigo 58.º
Direito ao trabalho
 
1. Todos têm direito ao trabalho.
2. Para assegurar o direito ao trabalho, incumbe ao Estado promover:
a) A execução de políticas de pleno emprego; 
b) A igualdade de oportunidades na escolha da profissão ou género de trabalho e condições para que não seja vedado ou limitado, em função do sexo, o acesso a quaisquer cargos, trabalho ou categorias profissionais; 
c) A formação cultural e técnica e a valorização profissional dos trabalhadores.

Artigo 59.º
Direitos dos trabalhadores
1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:
a) À retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna; 
b) A organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar; 
c) A prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde; 
d) Ao repouso e aos lazeres, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e a férias periódicas pagas; 
e) À assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego; 
f) A assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.
2. Incumbe ao Estado assegurar as condições de trabalho, retribuição e repouso a que os trabalhadores têm direito, nomeadamente:
a) O estabelecimento e a actualização do salário mínimo nacional, tendo em conta, entre outros factores, as necessidades dos trabalhadores, o aumento do custo de vida, o nível de desenvolvimento das forças produtivas, as exigências da estabilidade económica e financeira e a acumulação para o desenvolvimento; 
b) A fixação, a nível nacional, dos limites da duração do trabalho; 
c) A especial protecção do trabalho das mulheres durante a gravidez e após o parto, bem como do trabalho dos menores, dos diminuídos e dos que desempenhem actividades particularmente violentas ou em condições insalubres, tóxicas ou perigosas; 
d) O desenvolvimento sistemático de uma rede de centros de repouso e de férias, em cooperação com organizações sociais; 
e) A protecção das condições de trabalho e a garantia dos benefícios sociais dos trabalhadores emigrantes; 
f) A protecção das condições de trabalho dos trabalhadores estudantes.
3. Os salários gozam de garantias especiais, nos termos da lei.

Artigo 60.º
Direitos dos consumidores
 1. Os consumidores têm direito à qualidade dos bens e serviços consumidos, à formação e à informação, à protecção da saúde, da segurança e dos seus interesses económicos, bem como à reparação de danos.
2. A publicidade é disciplinada por lei, sendo proibidas todas as formas de publicidade oculta, indirecta ou dolosa.
3. As associações de consumidores e as cooperativas de consumo têm direito, nos termos da lei, ao apoio do Estado e a ser ouvidas sobre as questões que digam respeito à defesa dos consumidores, sendo-lhes reconhecida legitimidade processual para defesa dos seus associados ou de interesses colectivos ou difusos.

Artigo 61.º
Iniciativa privada, cooperativa e autogestionária
1. A iniciativa económica privada exerce-se livremente nos quadros definidos pela Constituição e pela lei e tendo em conta o interesse geral.
2. A todos é reconhecido o direito à livre constituição de cooperativas, desde que observados os princípios cooperativos.
3. As cooperativas desenvolvem livremente as suas actividades no quadro da lei e podem agrupar-se em uniões, federações e confederações e em outras formas de organização legalmente previstas.
4. A lei estabelece as especificidades organizativas das cooperativas com participação pública.
5. É reconhecido o direito de autogestão, nos termos da lei.
 
Artigo 62.º
Direito de propriedade privada
 1. A todos é garantido o direito à propriedade privada e à sua transmissão em vida ou por morte, nos termos da Constituição.
2. A requisição e a expropriação por utilidade pública só podem ser efectuadas com base na lei e mediante o pagamento de justa indemnização.
CAPÍTULO II
Direitos e deveres sociais

Artigo 63.º
Segurança social e solidariedade
 1. Todos têm direito à segurança social.
2. Incumbe ao Estado organizar, coordenar e subsidiar um sistema de segurança social unificado e descentralizado, com a participação das associações sindicais, de outras organizações representativas dos trabalhadores e de associações representativas dos demais beneficiários.
3. O sistema de segurança social protege os cidadãos na doença, velhice, invalidez, viuvez e orfandade, bem como no desemprego e em todas as outras situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade para o trabalho.
4. Todo o tempo de trabalho contribui, nos termos da lei, para o cálculo das pensões de velhice e invalidez, independentemente do sector de actividade em que tiver sido prestado.
5. O Estado apoia e fiscaliza, nos termos da lei, a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e de outras de reconhecido interesse público sem carácter lucrativo, com vista à prossecução de objectivos de solidariedade social consignados, nomeadamente, neste artigo, na alínea b) do n.º 2 do artigo 67.º, no artigo 69.º, na alínea e) do n.º 1 do artigo 70.º e nos artigos 71.º e 72.º.
Artigo 64.º
Saúde
1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito; 
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:
a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação; 
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde; 
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos; 
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade; 
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico; 
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.
4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.
Artigo 65.º
Habitação e urbanismo
 1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.
2. Para assegurar o direito à habitação, incumbe ao Estado:
a) Programar e executar uma política de habitação inserida em planos de ordenamento geral do território e apoiada em planos de urbanização que garantam a existência de uma rede adequada de transportes e de equipamento social; 
b) Promover, em colaboração com as regiões autónomas e com as autarquias locais, a construção de habitações económicas e sociais; 
c) Estimular a construção privada, com subordinação ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada; 
d) Incentivar e apoiar as iniciativas das comunidades locais e das populações, tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e a fomentar a criação de cooperativas de habitação e a autoconstrução.
3. O Estado adoptará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria.
4. O Estado, as regiões autónomas e as autarquias locais definem as regras de ocupação, uso e transformação dos solos urbanos, designadamente através de instrumentos de planeamento, no quadro das leis respeitantes ao ordenamento do território e ao urbanismo, e procedem às expropriações dos solos que se revelem necessárias à satisfação de fins de utilidade pública urbanística.
5. É garantida a participação dos interessados na elaboração dos instrumentos de planeamento urbanístico e de quaisquer outros instrumentos de planeamento físico do território.
Artigo 66.º
Ambiente e qualidade de vida
 1. Todos têm direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender.
2. Para assegurar o direito ao ambiente, no quadro de um desenvolvimento sustentável, incumbe ao Estado, por meio de organismos próprios e com o envolvimento e a participação dos cidadãos:
a) Prevenir e controlar a poluição e os seus efeitos e as formas prejudiciais de erosão; 
b) Ordenar e promover o ordenamento do território, tendo em vista uma correcta localização das actividades, um equilibrado desenvolvimento sócio-económico e a valorização da paisagem; 
c) Criar e desenvolver reservas e parques naturais e de recreio, bem como classificar e proteger paisagens e sítios, de modo a garantir a conservação da natureza e a preservação de valores culturais de interesse histórico ou artístico; 
d) Promover o aproveitamento racional dos recursos naturais, salvaguardando a sua capacidade de renovação e a estabilidade ecológica, com respeito pelo princípio da solidariedade entre gerações; 
e) Promover, em colaboração com as autarquias locais, a qualidade ambiental das povoações e da vida urbana, designadamente no plano arquitectónico e da protecção das zonas históricas; 
f) Promover a integração de objectivos ambientais nas várias políticas de âmbito sectorial; 
g) Promover a educação ambiental e o respeito pelos valores do ambiente; 
h) Assegurar que a política fiscal compatibilize desenvolvimento com protecção do ambiente e qualidade de vida.
Artigo 67.º
Família
1. A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros.
2. Incumbe, designadamente, ao Estado para protecção da família:
a) Promover a independência social e económica dos agregados familiares; 
b) Promover a criação e garantir o acesso a uma rede nacional de creches e de outros equipamentos sociais de apoio à família, bem como uma política de terceira idade; 
c) Cooperar com os pais na educação dos filhos; 
d) Garantir, no respeito da liberdade individual, o direito ao planeamento familiar, promovendo a informação e o acesso aos métodos e aos meios que o assegurem, e organizar as estruturas jurídicas e técnicas que permitam o exercício de uma maternidade e paternidade conscientes; 
e) Regulamentar a procriação assistida, em termos que salvaguardem a dignidade da pessoa humana;
f) Regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares; 
g) Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado;
h) Promover, através da concertação das várias políticas sectoriais, a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.
Artigo 68.º
Paternidade e maternidade
1. Os pais e as mães têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação, com garantia de realização profissional e de participação na vida cívica do país.
2. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.
3. As mulheres têm direito a especial protecção durante a gravidez e após o parto, tendo as mulheres trabalhadoras ainda direito a dispensa do trabalho por período adequado, sem perda da retribuição ou de quaisquer regalias.
4. A lei regula a atribuição às mães e aos pais de direitos de dispensa de trabalho por período adequado, de acordo com os interesses da criança e as necessidades do agregado familiar.
Artigo 69.º
Infância
1. As crianças têm direito à protecção da sociedade e do Estado, com vista ao seu desenvolvimento integral, especialmente contra todas as formas de abandono, de discriminação e de opressão e contra o exercício abusivo da autoridade na família e nas demais instituições.
2. O Estado assegura especial protecção às crianças órfãs, abandonadas ou por qualquer forma privadas de um ambiente familiar normal.
3. É proibido, nos termos da lei, o trabalho de menores em idade escolar.
 
Artigo 70.º
Juventude
1. Os jovens gozam de protecção especial para efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais, nomeadamente:

a) No ensino, na formação profissional e na cultura; 
b) No acesso ao primeiro emprego, no trabalho e na segurança social; 
c) No acesso à habitação; 
d) Na educação física e no desporto; 
e) No aproveitamento dos tempos livres.
2. A política de juventude deverá ter como objectivos prioritários o desenvolvimento da personalidade dos jovens, a criação de condições para a sua efectiva integração na vida activa, o gosto pela criação livre e o sentido de serviço à comunidade.
3. O Estado, em colaboração com as famílias, as escolas, as empresas, as organizações de moradores, as associações e fundações de fins culturais e as colectividades de cultura e recreio, fomenta e apoia as organizações juvenis na prossecução daqueles objectivos, bem como o intercâmbio internacional da juventude.
 
Artigo 71.º
Cidadãos portadores de deficiência
1. Os cidadãos portadores de deficiência física ou mental gozam plenamente dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição, com ressalva do exercício ou do cumprimento daqueles para os quais se encontrem incapacitados.
2. O Estado obriga-se a realizar uma política nacional de prevenção e de tratamento, reabilitação e integração dos cidadãos portadores de deficiência e de apoio às suas famílias, a desenvolver uma pedagogia que sensibilize a sociedade quanto aos deveres de respeito e solidariedade para com eles e a assumir o encargo da efectiva realização dos seus direitos, sem prejuízo dos direitos e deveres dos pais ou tutores.
3. O Estado apoia as organizações de cidadãos portadores de deficiência.
Artigo 72.º
Terceira idade
1. As pessoas idosas têm direito à segurança económica e a condições de habitação e convívio familiar e comunitário que respeitem a sua autonomia pessoal e evitem e superem o isolamento ou a marginalização social.

2. A política de terceira idade engloba medidas de carácter económico, social e cultural tendentes a proporcionar às pessoas idosas oportunidades de realização pessoal, através de uma participação activa na vida da comunidade.