A Grande Vantagem da Nova Geração de Robôs Sexuais

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Uma comentadora no DN sobre uma notícia acerca da nova geração de robôs sexuais, ou a realização do mito, e sonho, de Pigmaleão:
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Um homem robótico não ressona, não perde a erecção, não se peida na cama, não tem mau hálito, não cospe para o chão na rua, não arranja barriga de cerveja, não diz palavrões,está sempre impecável e não envelhece.Quando é que chegam mesmo?”
O que se pode responder a isto?! É que até os afectos reais chateiam.

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Veículos Eléctricos – Novo Paradigma Energético?

 
Até agora as baterias duravam pouco e acumulavam pouco. Com as baterias de lítio mais modernas atingiu-se a autonomia de quatrocentos quilómetros e a duração do carregamento de vinte minutos. Parece que já há novidades: baterias de grafeno e outras,  que conferem ainda mais autonomia. Além do mais, a electricidade está por todo o lado: é possível instalar até nas aldeias pontos de carregamento. É um negócio que um bom capitalista pouco metido nos negócios do petróleo não deixa escapar. Os automóveis eléctricos tenderão a baixar de preço – para haver mercado. As economias nacionais que não investirem neste sector estarão tramadas. 
Se é certo que o crude não serve apenas para gasolina, e que a electricidade tem de vir de algum lado, além de que estas baterias continuarão a ser caríssimas por mais alguns anos e de que ainda não se sabe até que ponto poderão ser melhoradas (se for impossível nada feito), é bom que se comece a pensar rapidamente que, entre coisas positivas que traz (redução de poluição química e do ruído – para infelicidade dos adeptos de motores ronronadores), esta é mais uma arma com que pode contar o imperialismo para derrubar os países produtores de petróleo que não dançarem os passos da dança escolhida pelos EUA e seus aliados, caso também não se comecem a mexer por si próprios ao ritmo dos impulsos eléctricos. 

Imagens da URSS – Império do Mal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Microsoft – O Admirável Mundo Novo e O Triunfo dos Porcos

Porquê revisitar uma notícia com três anos e reproduzir um comentário intempestivo? Talvez porque a Microsoft ou outra empresa poderão regressar um dia a Portugal com a mesma ideia: uma empresa criar de raiz uma cidade, com todas as novidades, boas ou más que trará.
 

O caminho da Microsoft em direcção ao Admirável Mundo Novo através do Triunfo dos Porcos e dos seus projectos de Cidades Hiper-Informatizadas (“a Microsoft quer construir uma nova cidade inteligente na cidade de Paredes, perto do Porto. Eles desenvolveram um projecto levaria quatro anos para ser concluído e ocupam cerca de 1.670 hectares e vai abrigar 225 mil pessoas a um custo de 10.000 milhões de euros.” (vila-verde.net), e por que não recuperar o Porto?), depois de se ter imposto à maior parte das empresas de computadores e aos próprios sistemas informáticos da maioria dos Estados e governos no mundo inteiro (inclusive o português), chupando-lhes milhares de milhões de euros e dólares.

“Microsoft patenteia sistema de análise de comportamento dos empregados

A aplicação da Microsoft vai ser capaz de identificar bons e maus hábitos de trabalho.

A Microsoft patenteou um sistema capaz de identificar e diagnosticar os comportamentos dos empregados de uma empresa.
O sistema, totalmente automático, vai funcionar com base na análise de interações entre funcionários, como os e-mails, as conversas, os gestos e até os maneirismos. 
De acordo com GeekWire, o objetivo deste sistema é identificar e deter maus hábitos comportamentais, como: monólogos longos, interrupção sistemática da exposição dos colegas e chefes que fazem muitos pedidos fora das horas de trabalho.”
 
Não será, certamente, o mundo utópico de Lucas Cranach.