O Complexo Militar-Industrial Norte-Americano (USA, EUA)

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José Matias comentou no Sapo:

“Na Indústria de material de “guerra e defesa” temos a Boeing com 161.400 empregados a tempo inteiro, 14,026 biliões de dólares de lucro num valor de capitalização de 97,9 biliões. De seguida temos a United Technologies com 197.200 empregados, 15,667 biliões de lucro, numa capitalização de 91,8 biliões de dólares. Em seguida temos a Lockeed Martin dos F-35 entre outros com 126.000 empregados, 5,200 biliões de lucro e um valor de capitalização de 75,5 biliões de dólares. De seguida a General Dynamics com 99.900 empregados, um lucro de 6,130 biliões de dólares valendo 53,5 biliões. Em quinto lugar temos a Raytheon Company com 61.000 empregados, um lucro de 5,373 biliões de dólares e um valor de mercado de 43,5 biliões.

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Desde os mais sofisticados aviões, mísseis e radares até às fábricas de fardamentos e rações de combate, são mais de duzentas empresas que vivem da guerra, nada mais que a guerra, sempre a guerra, ainda a guerra. A Paz será sempre o maior inimigo destas multinacionais que possuem também as petrolíferas e as empresas de construção que vão reconstruir o que eles próprios partiram. Estas multinacionais cujo valor total no mercado accionista excede as centenas de triliões de dólares têm por hábito oferecer uns largos milhares de generosas acções a quem o “merece”, como foi o caso de Colin Powell. E sempre tudo pago com o petróleo, gás e minérios roubados aos países que eles (USA, NATO, EU, “monarquias” do Golfo, Turquia, etc) assaltaram e roubaram. Como diziam os fascistas espanhóis: “Viva la muerte”.

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E o negócio vai de vento em popa, até para os passadores que continuam a trazer milhões de migrantes para a Europa, cujos agricultores e criadores de gado estão prestes a colapsar com os boicotes que os americanos nos impõem e os políticos europeus corruptos e lambe-botas aceitam de cócoras…”

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