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Vila lusa destaque no Wall Street Journal por querer receber refugiados

 

“A vila da Batalha surge num artigo do influente jornal norte-americano sobre as localidades que se anteciparam às capitais europeias, tendo já planos avançados para receber refugiados.

A crise de refugiados continua a marcar a agenda mediática e os discursos de líderes euorpeus. Mas ainda há dúvidas sobre como será dado auxílio a refugiados nalguns países europeus.
Entretanto, o Wall Street Journal dedicou um artigo sobre as localidades europeias que se anteciparam às capitais dos seus países. E a localidade que surge em destaque no artigo é precisamente a vila portuguesa da Batalha, no distrito de Leiria.
O artigo destaca a abertura destas localidades em receber refugiados, sendo que na Batalha em particular o objetivo não é apenas altruísmo, é também uma questão demográfica, como se pode ler na edição online.
 
O artigo assinado pela correspondente do The Wall Street Journal em Portugal, Patricia Kowsman, destaca a abertura em receber mão de obra estrangeira por parte de algumas unidades fabris localizadas no Concelho da Batalha, assim como o envolvimento de IPSS, estabelecimentos de ensino, entre outras entidades e organismos locais no processo. Destaca-se ainda a celeridade na elaboração do processo, que ultrapassou a verificada noutros países.
Apesar da iniciativa, pela qual Paulo Batista Santos, presidente da Câmara Municipal da Batalha, dá o rosto, defendendo a obrigação moral da Europa em agir perante “situações muito graves do ponto de vista humanitário”, da parte do Governo português ter-se-á verificado alguma inação.
Explica o autarca ao jornal norte-americano que a Batalha mostrou disponibilidade a Lisboa para receber pelo menos quatro famílias de refugiados entre os cerca de 16 mil residentes da Batalha, havendo inclusive já dois edifícios livres disponibilizados para os acolher.
Mas Lisboa “não sabia muito bem como responder à nossa oferta”, lamentou o autarca. Na capital argumentaram que iriam dar resposta quando se soubese o que a União Europeia, enquanto conjunto de países, tivesse decidido. “É compreensível que um esforço concertado seja útil mas a questão principal aqui não são quotas [de refugiados] mas direitos humanos e valores que partilhamos”, salienta o autarca” (Notícias ao Minuto).
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