Facebook à Brasileira e Facebook como Nova Forma de Alienação Mental


Eu nem de enfeite. Lamento dizer que venho pouco aqui (ao Facebook) e já é demais. Apesar de haver por aqui gente muito interessante e que gostaria de conhecer pessoalmente – na única relação verdadeira, que é a presencial, rosto-a-rosto, corpo-a-corpo -, o Facebook acaba, em geral, por se resumir a duas coisas: meio de propagação de “vírus” de ideias apressadas e de sentimentalismos associados; imensa perca de tempo para a vida concreta e para as verdadeiras amizades, que são as de carne-e-osso e que não são as amizades imaginárias, filtradas pela distância, purificadas pela ausência, feitas de código binário.
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