A Tragédia Actual dos Cristãos no Mundo

Bíblia, Crónicas: “12 E entraram no pacto de buscarem ao Senhor, Deus de 
seus pais, de todo o seu coração e de toda a sua alma; 13 e de que todo aquele que não buscasse ao Senhor, Deus de Israel, fosse morto, tanto pequeno como grande, tanto homem como mulher”. (de Almeida).
 
 
 
Bíblia: Êxodo 32: 28

“A Tribo de Levi não se envolveu com o incidente do Bezerro de ouro.

Aliás, não foram todos os Hebreus que se envolveram. 

A diferença dos Levitas diante dos outros Hebreus que também não se envolveram foi que os demais ficaram passivos. 

Mas a tribo de Levi combateu os autores do Bezerro de Ouro!

Quando Moisés convocou quem tomaria vingança contra aquela idolatria, foram os Levitas que se apresentaram para caçar os Idolatras!

Os Levitas agiram de forma decisiva e naquele dia mataram cerca de três mil pessoas. 

Esta execução sumaria demonstra a revolta de Deus pela profanação de seu culto. 

Devemos crer e entender que o julgamento de Deus é sempre justo. 

O que tem que ser observado não é o fato de três mil haverem morrido, mas a multidão que havia sido poupada. 

O julgamento caiu sobre aqueles que publicamente decidiram recusar o arrependido e se permanecer em rebelião”.
 
 
Sahih International
Corão: 9: 29: “Fight those who do not believe in Allah or in the Last Day and who do not consider unlawful what Allah and His Messenger have made unlawful and who do not adopt the religion of truth from those who were given the Scripture – [fight] until they give the jizyah willingly while they are humbled”.
 
 
 
A tradução portuguesa de que me servi (http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/alcorao) parece ser abreviada. Ei-la, juntando outra suras da 9ª Surata:
 
“29 Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.(573)
30 Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!
31 Tomaram por senhores seus rabinos e seus monges em vez de Deus, assim como fizeram com o Messias, filho de Maria, quando não lhes foi ordenado adorar senão a um só Deus. Não há mais divindade além d’Ele! Glorificado seja pelos parceiros que Lhe atribuem!
32 Desejam em vão extinguir a Luz de Deus com as suas bocas; porém, Deus nada permitirá, e aperfeiçoará a Sua Luz, ainda que isso desgoste os incrédulos.
33 Ele foi Quem enviou Seu Mensageiro com a Orientação e a verdadeira religião, para fazê-la prevalecer sobre todas as outras, embora isso desgostasse os idólatras”.
 
 
 
Por aquilo que aqui se lê, tanto a Bíblia como o Corão (Alcorão) não pecam pela tolerância.  Todavia, coisa aparentemente estranhas se passam no nosso tempo, como se os cristãos (?) poderosos cuidassem menos dos seus, enquanto culturalmente filiados, do que daqueles que, sendo seres humanos e iguais nos direitos fundamentais universais, por vezes massacram cristãos pacíficos.
Um dos motivos exponho-o a seguir: os Estados Unidos fazem jogo duplo com os islamistas ou os mais radicais dos muçulmanos: usam-nos, financiam-nos e armam-nos quando é do seu interesse geoestratégico (fizeram-no na ex-Jugoslávia, no Afeganistão, na Líbia, na Síria e noutros países); combatem-nos quando já não tê utilidade ou para agredir outros países. 
Nesse jogo os cristãos perdem sempre. Parece que os Estados Unidos não querem saber se estão a destruir a raiz cultural da Europa (ainda que ela não deva ser organizada em Estados confessionais e a religião deva ser uma questão privada) ou estão a massacrar cristãos que já viviam no Médio Oriente antes do Islão existir ou noutras regiões onde viveram muito tempo em coexistência pacífica.
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