Uma Questão a Quem Odeia a Rússia e Putin e Ama a Ucrânia de Kiev e Israel

 
Só uma questão, que aparentemente não tem nada a ver com a notícia da destruição do avião civil da Malásia na Ucrânia. mas que separa os incondicionais das conclusões ‘a priori’ de Obama dos mais cautelosos. 
 
 
O vosso ódio à Rússia tem a ver com a vossa ideia de que Putin é comunista? Olhem que se é assim estão muito enganados. A Rússia tem estado com mais vontade de fazer negócios com os países ocidentais pró-americanos do que se pode pensar. 
Ora, se o negócio é a alma do liberalismo capitalista, que problema é que vocês têm com a Rússia? Direitos humanos? 
 
 
 
Bom, mas Israel viola os direitos humanos dos seus vizinhos, ocupando-os e massacrando-os. Repito, Israel, a criação dos sionistas acarinhada pela União Europeia e pelos Estados Unidos, viola o mais que pode os direitos humanos. Não admira que suportem também o governo nazi-fascista de Kiev e ocultem as manifestações contra os massacres (certo que em nome da liberdade e da democracia, da independência e da integridade) perpetrados pelos sionistas contra os palestinos.













Mesmo em Portugal há violação dos direitos humanos, no México é pão nosso de cada dia, como na Colômbia, na Arábia Saudita, no Dubai, na Roménia, até na Austrália. 

 
 
Sejam todos amigos, vá lá!, como o Brasil, A África do Sul, a Índia, que estão longe de serem comunistas, e a China, um perfeito capitalismo monopolista de Estado, à maneira deles. 
A menos que os BRICS e as imensas riquezas da Rússia sejam os motivos de tanta militância pelos direitos humanos desse grande país, motivos que evidentemente desconheceis.


Alguém me perguntou quais os motivos da hostilidade à Rússia pelos EUA e UE. Simplesmente, a Rússia tem estado blindada contra o controlo da sua economia pelas grandes companhias ocidentais, não se submete aos seus interesses, a fim de defender, num quadro de competição capitalista internacional, as suas empresas, tem enormes riquezas naturais, está na frente, através dos BRICS, da implementação de um novo e aparentemente competitivo sistema de financiamento e de crédito, autónomo das instituições FMI e Banco Mundial, controlados pelos Estados Unidos, pondo em causa o domínio do dólar, domínio crucial para a economia imperialista estadunidense. O resto é fogo de vista e entretém para os papalvos.

 
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