Mundial de Futebol no Brasil – As Minhas Preferência Heréticas


Não me crucifiquem, como fizeram com o Cristiano (que não tem culpa do nome), mas não faço política de futebol, como de muitas outras coisas. 
O que me interessa, sem que isso signifique que aprecie muito este desporto (prefiro rugby: desporto de bestas para cavalheiros, ao contrário do futebol, é o que me dizem), é o estilo. Pelo estilo (padrão geral e constante) que sempre tiveram (combinação de táctica disciplinada, força atlética, sacrifício, espírito ofensivo, elegância no porte e nos movimentos, criatividade objectiva), escolho estas selecções: Brasil, Argentina, Alemanha, Holanda. A Itália já não faz parte do grupo, apesar de ser o meu país preferido. 


E vou ser considerado ainda mais herético pelos meus amigos, que eram capazes de, por isto, me mandarem para a fogueira. Elimino das minhas preferências para ganhar o título o Brasil – pela sua arrogância e pelo fanatismo estupidificador com que encaram um mero torneio desportivo, como se fosse mais importante do que os seus problemas sociais e políticos, da língua portuguesa, que tanto maltratam (é verdade), do que tudo o resto e do que a própria vida. 
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