Ucrânia e a Democracia em Imagens – Ukraine Crisis Today: Democracy caught on camera

Marcha de Neo-Nazis Ucranianos
Documentário Sobre a “Revolução” Ucraniana
Heil (Viva) Ucrânia! Mas Ucrânia para os ucranianos?! É que o critério dos manifestantes neo-nazis, neo-fascistas, é paradoxal: quarenta por cento dos habitantes da Ucrânia é falante de russo. A maioria dos ucranianos é uma soma de russos, tártaros, de pessoas com ascendência alemã, polaca, etc. Existem mesmo ucranianos? Ucrânia para os ucranianos menos para os ucranianos russos, cidadãos de segunda classe na região de origem da Rússia como Nação? 
Não há, como em muitos outros países, um povo nativo maioritário e que tenha criado a nação ucraniana. A Ucrânia, como muitas outras nações, tem fronteiras artificiais, fruto de relações de força internacionais e nenhum povo maioritário originário. O povo ucraniano é uma partilha de povos de diversas origens, acrescentando-se o facto de que a Rússia nasceu em Kiev, capital da Ucrânia.
Selo Comemorativo do Centésimo Aniversário de Bandera
 
Stepan Bandera Junto a Oficiais Nazis
 
Quanto à nostalgia pelo fascismo de muitos ucranianos, nostalgia reprimida violentamente pelos soviéticos durante a existência da URSS, coisa criticada por muitos democratas e até por ex-comunistas e trotskistas, a Wikipédia dá-nos alguma informação acerca da sua origem: 
 
 
“During the military occupation of Ukraine by Nazi Germany, a number of Ukrainians chose to cooperate with the Nazis. Reasons for collaboration generally included resurgent Ukrainian nationalism and aspirations for independence, these however were coupled with rampant racism towards other ethnic groups (such as Tatars, Roma peoples and Poles) as well as a prevailing sentiment of antisemitism. However, the absence of Ukrainian autonomy under the Nazis, mistreatment by the occupiers, and the deportation of hundreds of thousands of Ukrainians asslave laborers, soon led to a rapid change in the attitude among the collaborators. By the time the Red Army returned to Ukraine, a significant number of the population welcomed the soldiers as liberators.[1] At the same time, more than 4.5 million Ukrainians had joined the Red Army to combat Nazi Germany and more than 250,000 served as Soviet partisan paramilitary units.[2]
Monumento em Babi Yar, Perto de Kiev, Onde Foram Morto Milhares de Judeus e Russos.
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