George Soros e os Rockefeller – Verdadeiros Paladinos da Liberdade











Devemos agradecer aos grandes capitalistas as liberdades e a democracia de que beneficiamos: para explorarmos os outros, para nos deixarmos explorar por outros, para nos drogarmos à vontade, para vendermos droga à vontade, desde que não seja muito pesada  – em suma, para fazermos o que quisermos, se formos capazes disso. Porque a verdadeira liberdade é a sociedade da meritocracia. 

Daniel Estulin, Citado de:

http://elmuertoquehabla.blogspot.ptDiálogo de Mujica y George Soros en Nueva York 

El Presidente José Mujica se reunió con el presidente de Open Society Foundation, George Soros, en la sede de la misión uruguaya en Nueva York. En la reunión, intercambiaron ideas e información relativas al proceso nacional de regulación del mercado de consumo y comercialización de marihuana. Mujica enfatizó que se quiere dar un enfoque de salud al tema e indicaron que de su éxito dependen modificaciones internacionales.




¿Quien es George Soros?


George Soros. Excolaborador nazi en Hungría durante la Segunda Guerra Mundial. Ganó miles de millones de dólares especulando en el mercado de las divisas y es dueño de fundaciones filantrópicas e institutos de estudios democráticos. En este episodio, Daniel Estulin se pregunta si a George Soros realmente le interesan la democracia y los derechos humanos o no. La respuesta es clara: las actividades de Soros “por la democracia y el progreso” son sólo una herramienta para robar, robar y robar.


 por Daniel Estulin 






Ora, digo eu – descontem-me esta arrogância  consciente de escrever sobre o que pouco sei – em vez de se produzir e comercializar cânhamo, fibra da cannabis, para entorpecer os sentidos, provocar risos sem motivo e levar-nos a paraísos artificiais dentro da miséria física e moral real, por que não a usar legalmente, portanto apenas para fins artesanais e industriais, nos domínios da criação de fibras e de medicamentos?
Além de se tomar a decisão razoável de despenalizar o consumo de droga (Portugal é pioneiro), a produção de cannabis poderia ser controlada pelo Estado, a fim de não se espalhar pandemicamente como negócio, na venda para consumo recreativo limitado (legislado pelo Uruguai; o presidente Mujica tem mérito nisto) e direccionada para necessidades fabris e terapêuticas. Os seus produtores ganhariam em não se envolverem em negócios ilegais para não arriscarem os seus negócios legais. Além disso, a grande economia financiada pelo Estado de luta contra a droga (incluindo o sistema prisional privado dos Estados Unidos), luta de contornos confusos, sorveria menos dinheiro dos contribuintes.
As outras drogas, mais pesadas, mais viciantes e mais destrutivas (a cannabis não é todavia uma droga sem consequências, físicas, mentais, morais e sociais) deveriam também ser despenalizadas (como em Portugal) e distribuídas terapêuticamente pelo Estado mas continuar a ser um crime produzi-las e vendê-las. 
Porém, como sabemos, Soros e Rockefeller têm outras intenções. 

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