Anti-Communism: Um dos Mais Violentos Textos Anti-Comunistas que já Li e uma Crítica


Os textos e versos citados são de uma peça imatura de juventude de Marx e consistem em partes de falas de um personagem da peça. Quem sabe o que é literatura de ficção entende que o autor não põe necessariamente na boca dos seus personagens as suas próprias ideias. Imaginariam que Goethe, na sua obra Fausto, partilha das ideias expressas por Mefisto? Além do mais, mesmo que Marx tenha fantasiado com tal atitude, temos de reconhecer que se trata de um texto escrito por uma pessoa muito jovem, com espírito rebelde e influenciada por uma forte tradição literária alemã romântica e demonológica, pasme-se, de raiz cristã.
Devemos também compreender que o Comunismo não foi uma criação de Marx. Platão, no século IV antes de nossa era tinha já desenvolvido uma concepção comunista da sociedade. O campeão filosófico do anti-comunismo, Karl Popper, situou em Platão a origem daquilo a que, com Anah Harendt, chamou de totalitarismo comunista. Seguiram-se muitos outros, ao longos dos séculos, como Thomas More, Tomaso Campanella, Proudhon. 
Para além das diferenças entre estes comunismos utópicos, de resto muito diferentes entre si, e o comunismo marxista, surgiram no século XX formas de comunismo também bastante diversas. A Grande Enciclopédia Soviética apelidava o regime político chinês, no qual se inspirou em parte o regime cubano, sobretudo com a política económica de Che Guevara, de comunismo de caserna e de igualitarismo primário, além de nacionalista e chauvinista, tendo pouco a ver, lê-se nesse artigo, com o marxismo (embora na sua crítica ao regime soviético cada vez mais burocrata Mao tivesse alguma razão). O regime da Coreia do Norte adoptou a ideologia Zuche, que cultiva a autarcia, o igualitarismo extremo, o culto da personalidade e o militarismo, que atravessa toda a sociedade, por certo exacerbado pela atitude agressiva dos países capitalistas. 
Não se deve comparar o comunismo soviético com os regimes supracitados.


Deve dizer-se que toda a violência praticada na União Soviética – cuja meta ideológica foi a emancipação do Homem de todas as formas de opressão e não a supremacia étnica e nacional com escravidão dos outros povos, sustentada na força das armas e nas grandes empresas capitalistas nacionais em sinergia com o Estado, como o nazismo – começou por ser uma guerra contra o capitalismo interno e externo, contra a reacção às políticas socialistas, contra os desvios políticos perigosos para a prossecução do objectivo comunista, contra o crime e contra a sabotagem económica. 
Rapidamente se transformou numa das formas – pelo terror – de operar a transformação profunda da propriedade e das relações de produção, agindo com violência perante as reacções também violentas dos inimigos dessas mesmas mudanças. A alternativa seria aceitar o capitalismo para todo o sempre, manter por muitas décadas as vastas terras da Rússia e da Ucrânia reféns de latifundiários impiedosos, de uma agricultura atrasada e de surtos mortíferos de fome e doenças. Por outro lado, uma União Soviética fraca na industria e na agricultura seria uma pêra doce para uma Alemanha expansionista. 
Muitos erros e injustiças se cometeram: talvez inevitáveis no decorrer contraditório da luta. Durante anos a desorganização da produção – no combate entre os revolucionários e os proprietários, com aqueles a expropriarem as terras e estes a queimarem as colheitas e a matarem o gado – contribuiu, há quem diga que não tanto como as secas prolongadas recorrentes e as geadas, para surtos catastróficos de fome, nos quais morreram centenas de milhares de pessoas, embora tenha havido sempre desses surtos antes do comunismo, pois que a sua causa fundamental esteve sempre no nível paupérrimo de uma agricultura quase medieval. Deslocaram-se populações, centenas de milhares foram enviados para campos de trabalho forçado. 
Parece na verdade o Inferno. E foi-o para muitos, embora não para a maioria, que viu a sua dignidade e a sua qualidade de vida melhorarem a todos os níveis, das necessidades básicas à educação e à cultura. 

Mas é preciso saber que todos os sistemas económico-políticos se impuseram através de uma luta infernal. A grandeza da Grécia – luz da democracia, das artes e da ciência – assentou na escravatura mais impiedosa. Não são caso único de revolta contra as transformações sociais revolucionárias aquelas lançadas contra o movimento comunista por grande parte da população, ao contrário do que querem fazer crer os porta-vozes intelectuais e jornalísticos do liberalismo. O próprio liberalismo impôs-se pela força à custa de milhões de mortos e durou séculos o seu enraizamento.
É que a própria implantação do liberalismo político burguês contra as estruturas feudais do Estado e da Igreja foi alvo de muitas revoltas sangrentas ao longo dos últimos séculos, com grande parte do povo a temer pelo seu futuro num mundo capitalista sem protecção. 
São de lembrar, desde logo, as décadas revolucionárias e contra-revolucionárias do século XVII em Inglaterra e na Escócia, essas décadas de guerras civis impiedosas pela qual a burguesia se tentou impor, a ascensão e queda do progressista e apoiante da ascensão da burguesia Cromwell e do parlamentarismo, a luta entre os Independentes, representantes da burguesia média e alta e de uma certa nobreza oportunista, e a facção mais radical dos Niveladores, chamados de diggers, representantes da pequena-burguesia e dos camponeses. reprimidos cruelmente por Cromwell, que impôs uma ditadura militar, a recuperação católica do poder, com o apoio das camadas mais reaccionárias da população, a condenação à morte de Carlos I e a vitória final, embora mediante compromissos, dos liberais representados pelo seu rei Gulherme de Orange. 
O liberalismo capitalista não surgiu, pois, ao contrário do que a rescrita da História pretende fazer crer, de uma festa da liberdade e de uma escolha democrática pacífica. 
O capitalismo nasceu na Grã Bretanha, expulsando os camponeses das suas terras, explorando os operários com jornas de catorze e mais horas e salários de miséria, oprimindo e semi-escravizando populações inteiras em países por si colonizados, provocando genocídios de indígenas, fazendo-lhes guerras e instaurando o terror militar e policial. Tudo em nome da liberdade e da democracia, de acordo com a ideologia liberal, mas, na verdade, por causa do crescimento do capital. 


O capitalismo internacional mantém, basicamente, esta estratégia de exploração – agora mais indirecta e complexa -, tratando os trabalhadores como se fossem os exploradores do capital do patrão, fazendo descer os salários reais, controlando as economias dos países mais fracos, ameaçando com a guerra, com a qual sempre lucra e através da qual sai das crises que ele próprio criou, quem se afastar demasiado dos seus interesses. 

Por mais erros que possam ter cometido, forçados pela luta do capital, por contradições internas mal resolvidas, pela emergência de uma administração privilegiada e corrupta, por excesso (a ausência total também seria má) de centralismo na economia, na tecnologia, na ciência e nas artes, que vigiavam constantemente por medo de perder o controlo e permitir a queda do sistema socialista, por maiores que tivessem sido os seus erros, dizíamos, os regimes comunistas marxistas (os europeus e Cuba, apesar do embargo a todos eles) promoveram o progresso humano a um nível jamais alcançado: trabalho, educação, habitação, saúde, artes, ética, humanismo, internacionalismo.

Por que caiu o comunismo? A sua queda está implícita na luta que travou contra o capitalismo e nas suas contradições internas. Demasiado centralismo nas decisões económicas, tecnológicas e científicas, ressentimento pela vigilância e controlo mais ou menos apertado das actividades individuais e colectivas, pela propaganda anti-religiosa que ofendia as crenças milenares mais profundas, pelo esmagamento dos ideais nacionalistas, pela repressão de uma grande quantidade de pessoas ligadas ao nazi-fascismo, pelos privilégios adquiridos pela administração e funcionários do partido, por, em alguns países, o socialismo ter sido introduzido pela ocupação na sequência da IIª Guerra Mundial e não através de uma revolução popular, pelo embargo capitalista e pela sedução, de certo modo legítima, da pletora de bens de consumo que até ao presente só a corrida capitalista ao lucro promove.


Será possível reeditar o movimento comunista? O capitalismo é muito poderoso mas é preciso fazer-lhe frente e não apenas geri-lo melhor mediante partidos social-democratizadores, que vão sempre surgindo na zona aparente da esquerda radical, e que sonham com um capitalismo de rosto humano e domesticado para sempre, cujos efeitos se resumem, feitas as contas, à ilusão e à divisão. Também não nos devemos deixar seduzir pelo determinismo económico trotskista, sempre pronto a combater o  movimento comunista e a aliar-se ao mal menor do capitalismo, nem pelo voluntarismo, oportunismo, confucionismo e primitivismo maoistas, movimento anti-marxista que despreza todas as conquistas modernas da civilização e envereda pela violência cega e inconsequente. 
Os princípios básicos do comunismo mantêm-se válidos. Nenhum daqueles erros mencionados pode, todavia, ser repetido, se o capitalismo deixar e, sobretudo, se nós não desistirmos. 



Karl Marx, o pai do Comunismo. O homem que queria se vingar contra Deus
“Assim, o Céu eu perdi, e sei disso muito bem. Minha alma, que já foi fiel a Deus, está escolhida para o Inferno.”
“Nada, senão a vingança, restou para mim.”
“Eu desejo me vingar contra Aquele que governa lá em cima.” 
(Karl Marx 1818-1883)
Não há registro, em toda a História, de um século mais sangrento do que o século vinte. E muito desse sangue derramado se deveu a um dos mais diabólicos regimes políticos jamais concebidos, o Comunismo. Fazendo as contas, e por baixo, podemos verificar pelos dados históricos que pelo menos 120 milhões de pessoas foram mortas em consequência direta da atuação desta ideologia anticristo, mais especificamente durante o período dos carniceiros Lênin na União Soviética e Mao Tse Tung na China. Esta é também a ideologia mãe do Partido dos Trabalhadores, o PT, do monstruoso regime cubano e de tantas outras ideologias utópicas e atéias filhas das funestas concepções do prussiano Karl Marx.
Filho de judeus convertidos ao Cristianismo, Karl Marx nasceu em 1818 em Trier, na antiga Prússia. Recebeu a oportunidade de frequentar boas escolas e viveu sua infância sem conhecer a fome ou a necessidade. Estudou Direito, Filosofia e História na Alemanha. Recebeu ensinamentos cristãos e professava ser, ele mesmo, um servo de Cristo. Em sua juventude chegou a escrever uma obra intitulada de “Pensamentos de um Jovem antes de escolher uma Profissão”, na época em que afirmava: “portanto, unidade com Cristo internamente exalta, conforta nas provações, e abre o coração para amar as pessoas, não por causa do nosso orgulho ou por sede de fama, mas por causa de Cristo.”
Todavia, por razões que somente Deus conhece, esse homem virou as costas para Deus, aderindo aos mais satânicos ensinamentos e elaborando, ele próprio, idéias e conceitos totalmente de acordo com a vontade e os princípios de Satanás. Talvez o triste caso de Karl Marx tenha sido um dos mais notáveis e apavorantes casos de apostasia de que se tem notícia.
Karl Marx tornou-se um professo inimigo de Deus e viveu sua vida em intensa e agonizante amargura e ódio, chegando a escrever estas curiosas palavras:
“Eu estabelecerei meu trono em cima; Frio e terrível será o seu apogeu”
Muito estranho, porém sabemos quem disse algo semelhante:
“Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” Isaías, 14:13,14
Para os que não sabem, foram estas as palavras proferidas por Lúcifer quando deu início à sua amarga e tresloucada rebelião contra o Criador, o que resultou em sua condenação eterna ao Lago do Fogo, segundo vemos em Apocalipse 20:10.
Muito se fala sobre a famosa obra de Karl Marx chamada de O Capital (escrita em 1867), porém muito pouco se ouve de uma obra bem íntima que também escreveu chamada de Oulanem. Em meio às mentirosas propagandas das ideologias atéias, opressoras e comunistas, O Capital é sempre mencionado, enquanto sua obra Oulanem é frequentemente ocultada. E por que? Vejamos um trecho desta tétrica e medúsica obra de Karl:
“Evaporações infernais se levantam e enchem meu cérebro,
até que eu enlouqueça e que meu coração não mude dramaticamente.
Vêem esta espada? O rei das trevas a vendeu a mim.” 
Karl Marx, do verso Nidler;Oulanem
Vejamos mais uma amostra desta sórdida e nauseabunda obra do pai do Comunismo:
“Pois ele está marcando o tempo e dando sinais.
Mais audaciosamente ainda eu executo a dança da morte.
E eles também: Oulanem, Oulanem.
Este nome soa como a morte,
E soará até que não pare em formas miseráveis.
Alto! Agora eu já tenho.
Se levanta da minha alma, claro como o ar,
E duro como os meus ossos.
E ainda assim tu personificas a humanidade.
Eu te poderei tomar pelo poder de minhas poderosas mãos,
E esmagar-te com força feroz,
Enquanto o abismo se fende diante de mim,
E tu na escuridão.
Tu cairás no abismo e eu te seguirei,
Gargalhando e sussurrando em teus ouvidos:
“Venha para baixo juntamente comigo, companheiro!” Karl Marx,Oulanem
Mais uma amostra? Vamos a ela:
“Pereci, pereci. O meu tempo se esgotou.
O relógio parou, a pequena construção ruiu.
Logo abraçarei a eternidade, e com um grito,
Proferirei gigantesca maldição para toda a humanidade.” 
Karl MarxOulanem
A História também registra que Karl Marx era um indivíduo devasso e que vivia afundado em dívidas e que vivia constantemente embriagado. Ao mudar-se para a França, lhe foi oferecido um emprego em um jornal chamado de Anais Franco-Germânicos, onde trabalhavam Michael Bakunin, um anarquista russo, e Friedrich Engels, filho de um industrial alemão. Foi por essa época que Marx passou a se autodenominar comunista, alegando ter ficado impressionado com a pobreza do povo parisiense. Afundado em dívidas, Marx passou a ser sustentado por Engels, podendo dedicar seu tempo à elaboração de suas conhecidas e bizarras teorias econômicas e sociais. De suas concepções mirabolantes e notavelmente anticientíficas surgiu o famoso Manifesto Comunista, uma obra influenciada pelos rascunhos de Engels em seu Princípios do Comunismo. O Manifesto Comunista foi publicado em fevereiro de 1848. Em 1867 Karl Marx publica Das Kapital (O Capital), um dos maiores embustes em termos de teorias econômicas jamais concebidos.
Na realidade, o que está por trás das idéias de Karl Marx não são preocupações humanitárias e muito menos amor ao próximo. Vejamos o que diz Richard Wurmbrand, autor do livro Marx & Satan (Marx & Satanás):
“Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário – tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco.”
Para piorar a situação (de Marx), um de seus amigos mais íntimos, Mikhail Bakunin, ao lado de quem Karl Marx fundou a Primeira Internacional Comunista, deixou trechos que nos podem mostrar a explícita e estreita relação do Marxismo-Comunismo com o Satanismo. Senão vejamos:
“Satanás o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento.”
Ora, que resultados se poderiam obter de um sistema político-ideológico que teve suas origens em um homem cujo coração exalava ódio, amargura e rancor? Na foto, da esquerda para a direita: Fidel Castro, Lula da Silva, Nestor Kirschner e Hugo Chavez. Todos membros do Foro de São Paulo, uma Organização que planeja transformar toda a América Latina em um continente totalmente dominado e manipulado pelo Comunismo.
O autor Paul Johnson conseguiu sintetizar bem os resultados práticos da obra de Karl Marx:
“No devido tempo, Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung puseram em prática, numa imensa escala, a violência que Marx trazia em seu íntimo e que transpira em sua obra.”
Conclusão:
1- É fato inquestionável que por onde quer que tenha passado o Comunismo (Rússia, China, Coréia do Norte, Albânia, Cuba, etc) o resultado é invariavelmente o mesmo: Propagação do Ateísmo, perseguições religiosas, totalitarismo, opressão, chantagens, mentiras, ruína, atraso, miséria e morte.
2- É igualmente fato que todos os postulados teóricos econômicos de Karl Marx resultaram em, no mínimo, um espetacular e catastrófico fracasso quando postos em prática.
3- Também é fato que muitos que se alegam ou que se alegaram socialistas, esquerdistas, populistas, populares, ou termos equivalentes, e que pregaram oComunismo/Socialismo como mera desculpa permissiva para se lançarem em busca de poder político e econômico não passaram de um bando de pilantras, facínoras, mentirosos e criminosos. Os exemplos de Fidel Castro, de Lênin, Stalin, Mao Tse-Tung, e outros mais, são autênticas evidências disto.
Nada melhor para um bando de bandidos e de ladrões, famintos por dinheiro e poder, do que se travestirem de “líderes socialistas” e lançarem suas patas e caudas pelo lamacento território ideológico marxista-comunista desprezando a menor noção de verdadeira justiça. Ou seja, o Comunismo além de ser uma mentira em si mesmo, é um excelente veículo para todo tipo de fraude que se pode querer imaginar cometer. 
4- O Comunismo e a Bíblia são frontalmente opostos!
5- O Satanismo e o Comunismo têm muito em comum, e o que os une é o ódio comum contra Deus e contra os homens. Não infrequentemente, homens libertinos, vagabundos e preguiçosos abraçam os ideais comunistas apenas como forma de expressarem seu ódio e inveja contra os que são prósperos economicamente ( prosperidade às custas de seus próprios esforços e trabalho árduos). Alguns desses crápulas conseguem obter cargos políticos, lideranças sindicais e alguns até conseguem se tornar presidente da república.
6- O Comunismo foi responsável pela tortura e morte de cerca de 200 milhões de seres humanos, mais do que o total de mortos da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Grande Guerra somados!
 Os Símbolos do Comunismo
.A Foice simboliza a Morte
.O Martelo a Destruição
.A Estrela vermelha, o Pentagrama Satânico
.O vermelho, o sangue dos adversários
“De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” Eclesiastes 12:13,14
— INTELLECTUS
Referências:
1- Dr. Fred C. Schwarz, Why Communism Kills: The Legacy of Karl Marx, a tract published by Christian Anti-Communism Crusade (C.A.A.C.), pp. 4-6.
2- 2006, Mídia sem Máscara, Norma Braga: Era Marx Satanista?
3- 2004, Huascar Terra do Valle: As origens satânicas do comunismo
4-1997, Georgi Marchenko: Karl Marx?
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