As ligações de Trump com o passado e a ressurreição da esquerda – James Petras

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“Um dos aspectos mais significativos do momento actual é a evidência da agudização de fracturas internas nas principais potências imperialistas, nomeadamente nos EUA e na UE. Num quadro em que emergem novos perigos, emergem e tomam a iniciativa também forças sãs, populares e democráticas. A classe dominante gerou um mundo desumano e insuportável, cujos principais dirigentes são figuras repelentes. A luta de classes intensifica-se.

Introdução
O presidente Trump está profundamente entranhado na estrutura do estado profundo do imperialismo americano. Apesar de ocasionais referências à não intervenção em guerras além-mar, Trump tem seguido as pegadas dos seus antecessores.
Enquanto neoconservadores e liberais têm levantado um alarido acerca dos laços de Trump com a Rússia, as suas “heresias” relativamente à NATO e as suas aberturas para a paz no Médio Oriente, ele tem na prática descartado o seu imperialismo “humanitário de mercado” e tem-se empenhado nas mesmas políticas belicosas da sua rival presidencial do Partido Democrata, Hillary Clinton.
Uma vez que lhe falta a ardilosa “demagogia” do ex-presidente Obama e não recobre as suas acções com apelos baratos a políticas “de identidade”, os pronunciamentos toscos e abrasivos de Trump levam jovens manifestantes às ruas em acções de massa. Estas manifestações são não muito discretamente apoiadas pelos principais oponentes de Trump entre os banqueiros da Wall Street, especuladores e magnatas dos mass media. Por outras palavras, o presidente Trump é um homem que abraça e segue os ícones estabelecidos e não um “revolucionário” ou mesmo um “agente de mudança”.
Prosseguiremos, discutindo a trajectória histórica que originou o regime Trump. Identificaremos políticas e compromissos anteriores que determinam a orientação presente e futura da sua administração.
Concluiremos identificando como a reacção actual pode produzir transformações futuras. Contestaremo o actual delírio catastrofista e apocalíptico e apresentaremos razões para uma perspectiva optimista do futuro. Em suma, este ensaio indicará como tendências negativas actuais podem tornar-se realisticamente positivas.
Sequências históricas
Ao longo das últimas duas décadas presidentes dos EUA desbarataram os recursos financeiros e militares do país em múltiplas guerras intermináveis e perdedoras, bem como em milhões de milhões (trillion) de dólares de dívidas comerciais e desequilíbrios orçamentais. Líderes dos EUA enlouqueceram provocando grandes crises financeiras globais, levando à bancarrotas os maiores bancos, destruindo pequenos possuidores de hipotecas, devastando a indústria manufactureira e criando desemprego maciço a que se seguiu o emprego precário e mal pago que levou ao colapso os padrões de vida da classe trabalhadora e dos extractos baixos da classe média.
Guerras imperiais, bail-outs de milhões de milhões de dólares para os bilionários e fuga sem peias de corporações multinacionais para o exterior aprofundaram amplamente as desigualdades de classe e deram origem a acordos comerciais favorecendo a China, Alemanha e México. Dentro dos EUA, os maiores beneficiários destas crises têm sido os banqueiros, bilionários da alta tecnologia, importadores comerciais e exportadores do agro-negócio.
Confrontados com crises sistémicas, os regimes dominantes responderam com o aprofundamento e expansão dos poderes dos presidentes dos EUA sob a forma de decretos presidenciais. Para encobrir a longa série de derrocadas, denunciantes patriotas foram encarcerados e a vigilância estilo estado-policial infiltrou-se em todas as áreas da cidadania.
Os presidentes Bush, Clinton e Obama definiram a trajectória das guerras imperiais e da pilhagem da Wall Street. A polícia estadual, as instituições militares e financeiras estão firmemente incorporadas na matriz do poder. Centros financeiros, como Goldman Sachs, têm reiteradamente estabelecido a agenda e controlado o Departamento do Tesouro dos EUA e as agências que regulam o comércio e a banca. As “instituições permanentes” do estado permaneceram, enquanto presidentes, pouco importando de que partido, foram baralhados e descartado no “Gabinete Oval”.
O “Primeiro Negro” presidente Barack Obama prometeu paz e empreendeu sete guerras. O seu sucessor, Donald Trump, foi eleito com promessas de “não-intervenção” e imediatamente adoptou o “bastão de bombardeamento” de Obama: o minúsculo Iémen foi atacado pelas forças dos EUA; aliados da Rússia na região do Donbass da Ucrânia foram atacados com selvajaria pelos aliados de Washington em Kiev e o “mais realista” representante de Trump, Nikki Haley, adoptou uma atitude belicosa na ONU ao estilo da “Madame Intervenção Humanitária” Samantha Power, zurrando invectivas contra a Rússia.
Onde está a mudança? Trump seguiu Obama ao aumentar sanções contra a Rússia, enquanto ameaça a Coreia do Norte com aniquilação nuclear no seguimento da grande concentração militar acumulada por Obama na península coreana. Obama lançou uma guerra por procuração contra a Síria e Trump escalou a guerra aérea sobre Raqqa. Obama cercou a China com bases militares, navios e aviões de guerra e Trump prosseguiu em passo de ganso com retórica belicista. Obama expulsou um recorde de dois milhões de trabalhadores mexicanos ao longo de oito anos; Trump seguiu-o ao prometer deportar ainda mais.
Por outras palavras, o presidente Trump juntou-se obedientemente à marcha seguindo a trajectória dos seus antecessores, bombardeando os mesmos países alvos enquanto plagia os seus maníacos discursos nas Nações Unidas.
Obama aumentou o tributo anual (ajuda) a Tel Aviv para uns entusiásticos US$3,8 mil milhões enquanto balia umas poucas críticas pro-forma acerca da expansão israelense sobre terras palestinas usurpadas; Trump propôs deslocar a Embaixada dos EUA para Jerusalém enquanto choramingava algumas das suas próprias mini-críticas aos colonatos judeus ilegais em terras roubadas aos palestinos.
O que é esmagadoramente gritante é a semelhança das políticas e estratégias de Obama e de Trump em política externa, seus meios e aliados. O que é diferente é o estilo e a retórica. Ambos os presidentes “Agentes de mudança” romperam de imediatato as mesmas falsas promessas pré-eleitorais e funcionam bem dentro dos limites das instituições permanentes do estado.
Quaisquer que sejam as diferenças que existam elas são resultado de contextos históricos contrastantes. Obama assumiu no momento do colapso do sistema financeiro e procurou regular os bancos a fim de estabilizar operações. Trump assumiu após a “estabilização” de um trilião de dólares de Obama e procura eliminar regulações – nas pegadas do presidente Clinton! Assim, “demasiado barulho” [para nada] sobre a “desregulação histórica” de Trump!
O “Inverno do descontentamento” sob a forma de protestos em massa contra a proibição de Trump a imigrantes e visitantes de sete países predominantemente muçulmanos segue-se directamente às “sete guerras mortais” de Obama. Os imigrantes e refugiados são resultados directos das invasões e ataques de Obama a estes países que levaram a assassinatos, mutilações, deslocação forçada e desgraça para milhões de “predominantemente” (mas não exclusivamente) de muçulmanos. As guerras de Obama criaram dezenas de milhares de “rebeldes”, insurgentes e terroristas. Os refugiados, que fogem para salvar a vida, foram amplamente excluídos dos EUA sob Obama e a maior parte tem procurado abrigo nos campos imundos e caóticos da UE.
Por terrível e ilegal que seja o encerramento da fronteira a muçulmanos decretado por Trump e por esperançosos que pareçam os protestos públicos em massa, ambos resultam da política de assassínio e agressão de quase uma década sob o presidente Obama.
Seguindo a trajectória da política – Obama derramou o sangue e Trump, no seu tosco estilo racista, tem a tarefa de “limpar os estragos”. Enquanto Obama foi agraciado com um “Prémio Nobel da Paz”, o resmungante Trump é fortemente atacado por empunhar a esfregona suja de sangue!
Trump optou por pisar o caminho do opróbrio e enfrenta a cólera do purgatório. Enquanto isso, Obama está a jogar golf, a surfar ao vento e a exibir o seu sorriso despreocupado aos escrevinhadores que o adoram nos mass media.
Enquanto Trump avança às patadas no caminho preparado por Obama, centenas de milhares de manifestantes enchem as ruas para protestar contra o “fascista”, com grande número das principais redes de mass media, dúzias de plutocratas e “intelectuais” de todos os géneros, raças e credos a retorcerem-se moralmente ultrajados! Fica-se confuso com o silêncio ensurdecedor destes mesmos activistas e forças quando as guerras agressivas e ataques de Obama levaram à morte e deslocação de milhões de civis, principalmente muçulmanos e principalmente mulheres – quando seus lares, festas de casamento, mercados, escolas e funerais foram bombardeados.
É assim o confusionismo americano! Dever-se-ia tentar entender as possibilidades que emergem de um sector maciço finalmente a romper seu silêncio quando o belicismo do loquaz Obama se transformou na marcha bruta de Trump para o dia do juízo final.
Perspectivas optimistas
Há muitos que desesperam mas há mais que se tornaram conscientes. Identificaremos as perspectivas optimistas e as esperanças realistas enraizadas nas actuais realidade e tendências. Realismo significa discutir desenvolvimentos contraditórios e polarizadores e portanto não aceitamos quaisquer resultados “inevitáveis”. Isto significa que resultados são “terreno contestado” onde factores subjectivos desempenham um papel importante. A interface de forças em conflito pode resultar numa espiral ascendente ou descendente – rumo a maior igualdade, soberania e libertação ou maior concentração de riqueza, poder e privilégio.
A mais retrógrada concentração de poder e riqueza encontra-se na oligárquica União Europeia de dominação alemã – uma configuração que está sob assédio por parte de forças populares. Os eleitores do Reino Unido optaram por sair da UE (Brexit). Em consequência, a Grã-Bretanha enfrenta uma ruptura com a Escócia e Gales e uma ainda maior separação da Irlanda. O Brexit levará a uma nova polarização quando banqueiros com base em Londres partirem para a UE e líderes do mercado livre confrontarem trabalhadores, proteccionistas e a massa crescente dos pobres. O Brexit fortalece forças nacionalistas-populistas e de esquerda na França, Polónia, Hungria e Sérvia e estilhaça a hegemonia neoliberal na Itália, Espanha, Grécia, Portugal e alhures. O desafio aos oligarcas da UE é que a insurgência popular intensificará a polarização social e pode trazer à tona movimentos de classe progressistas ou partidos ou movimentos autoritários-nacionalistas.
A ascensão de Trump ao poder e seus decretos executivos conduziu a uma elevada polarização dos eleitorados, aumentou a politização e a acção directa. O despertar da América aprofunda fissuras internas entre democratas com “d” minúsculo, mulheres progressistas, sindicalistas, estudantes e outros contra os oportunistas do Partido Democrata com “D” maiúsculo, especuladores, antigos belicistas Democratas, burgueses negros do Partido “D” (os líderes extraviados) e um pequeno exército de ONG’s financiadas pelas grandes empresas.
O abraço de Trump à agenda militar Obama-Clinton e da Wall Street conduzirá a uma bolha financeira, gastos militares empolados e mais guerras dispendiosas. Isto dividirá o regime dos seus apoiantes sindicais e da classe trabalhadora agora que o gabinete de Trump é composto inteiramente de bilionários, ideólogos, sionistas raivosos e militaristas (em oposição à sua promessa de nomear homens de negócios e realistas duros na negociação). Isto poderia criar uma valiosa oportunidade para a ascensão de movimentos que rejeitam a verdadeiramente feia cara do reaccionário regime de Trump.
A animosidade de Trump à NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte) e a defesa do proteccionismo e da exploração financeira e de recursos minará os regimes corruptos, assassinos e narco-liberais que têm dominado o México durante os últimos 30 anos desde o tempo de Salinas. A política anti-imigração de Trump levará mexicanos a escolherem “combater em vez de fugir” ao confrontar o caos social criado pelos narco-gangs e a polícia criminosa. Isto forçará o desenvolvimento do mercado interno e a indústria do México. O consumo e a propriedade de massa interna abarcará movimentos nacionais-populares. O cartel da droga e seus patrocinadores políticos perderão os mercados estado-unidenses e enfrentarão oposição interna.
O protecionismo de Trump limitará o fluxo ilegal de capital a partir do México, que ascendeu a US$48,3 mil milhões em 2016, ou 55% da dívida do México. A transição do México da dependência e do neocolonialismo polarizará profundamente o estado e a sociedade; o resultado será determinado pelas forças de classe.
As ameaças económicas e militares de Trump contra o Irão fortalecerão forças nacionalistas, populistas e colectivistas em relação a políticos neoliberais “reformistas” e pró ocidentais. A aliança anti-imperialista do Irão com o Iémen, Síria e Líbano consolidar-se-á contra o quarteto conduzido pelos EUA da Arábia Saudita, Israel, Grã-Bretanha e EUA.
O apoio de Trump à apropriação maciça de terra palestina por Israel e sua proibição “só judeus” contra muçulmanos e cristãos levará ao sacudir dos quislings multi-milionários da Autoridade Palestina e a ascensão de muitos mais levantamentos e intifadas.
A derrota do ISIS fortalecerá forças governamentais independentes no Iraque, Síria e Líbano, enfraquecendo a alavancagem imperial dos EUA e abrindo a porta a lutas populares democráticas e laicas.
A campanha anti-corrupção em grande escala e a longo prazo do presidente da China, Xi Jinping, levou à prisão e remoção de mais de um quarto de milhão de responsáveis e homens de negócios, incluindo bilionários e líderes de topo do Partido. As prisões, processos e encarceramentos reduziram o abuso do privilégio mas, mais importante, melhoraram as perspectivas para um movimento que ponha em causa as vastas desigualdades sociais. Aquilo que começou “de cima” pode provocar movimentos “a partir de baixo”. O ressuscitar de um movimento no sentido de valores socialistas pode ter um grande impacto sobre estados asiáticos vassalos dos EUA.
O apoio da Rússia a direitos democráticos no Leste da Ucrânia e a reincorporação da Crimeia através de referendo pode limitar regimes fantoches dos EUA no flanco sul da Rússia e reduzir a intervenção estado-unidense. A Rússia pode desenvolver laços pacíficos com estados europeus independentes com a ruptura na UE e a vitória eleitoral de Trump superando a ameaça de guerra nuclear do regime Obama-Clinton.
O movimento à escala mundial contra o globalismo imperialista isola a direita apoiada pelos EUA que tomou poder na América do Sul. A procura de pactos comerciais neoliberais por parte do Brasil, Argentina e Chile está na defensiva. As suas economias, especialmente na Argentina e Brasil, assistiram a um triplica do desemprego, um quadruplicar da dívida externa, crescimento de estagnado a negativo e enfrentam agora greves gerais com apoio de massa. O coaxar do neoliberalismo está a provocar lutas de classe. Isto pode derrubar a ordem pós Obama na América Latina.

Conclusão

Por todo o mundo e no interior dos países mais importantes, a ordem ultra-neoliberal do último quarto de século está em desintegração. Há um ascenso maciço de movimentos a partir de cima e de baixo, de democratas de esquerda a nacionalistas, de populistas independentes a reaccionários da “velha guarda” da direita. Emergiu um universo polarizado e fragmentado. O começo do fim da actual ordem imperial-globalista está a criar oportunidades para uma nova ordem democrático-colectivista dinâmica. Os oligarcas e as elites da “segurança” não cederão facilmente a exigências populares nem se afastarão. Facas serão afiadas, decretos executivos avançarão e golpes eleitorais serão encenados para tentar tomar poder. Os movimentos democrático-populares emergentes precisam de ultrapassar a identidade fragmentária e estabelecer líderes unificados e igualitários que possam actuar de forma decisiva e independente em relação aos líderes políticos existentes que fazem gestos progressistas dramáticos, mas falsos, enquanto procuram um retorno ao fedor e imundície do passado recente”.

09/Fevereiro/2017
O original encontra-se
em http://petras.lahaine.org/?p=2127

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ . Tradução revista por odiario.info

Soros’ Ideology Exposed: A Post-Modern, Post-Family, Post-Border New World Order

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© AP Photo/ Manuel Balce Ceneta
POLITICS
20:40 20.02.2017(updated 02:14 21.02.2017) Get short URL5976591074
“Over 16,000 people have signed a petition asking President Trump to deprive George Soros of citizenship and expel him from the US. Igor Pshenichnikov, an advisor to the director of the Russian Institute for Strategic Studies, an influential Moscow-based think tank, explains what’s at stake in the ideological and metaphysical battle shaping up.

Thousands have signed a petition at verified petition site Change.org asking Donald Trump to ban the US-Hungarian billionaire and his Open Society Foundations from operating on US territory, accusing him, his family, and his businesses of working to manipulate US politicians and spread post-modern, anti-conservative values in the country and throughout the world.

“We ask for a warrant to be issued for [Soros’s] willful actions to destabilize and bankrupt our economy by pushing his anti-America open borders globalist New World Order society agenda with the intent of destroying our country,” the petition, authored by Ohio-based activist and songwriter Vanessa Feltner, reads.

Georges Soros, Chairman of Soros Fund Management, speaks during the session ‘Recharging Europe’ in the Swiss mountain resort of Davos January 23, 2015. File photo.

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Time to ‘Drain the Swamp’: Will Soros Find Himself Behind Bars?
The billionaire, according to the petition, is trying to destroy the US by “buying our governments, manipulating our currency, buying politicians and negatively buying influence over our Western values.” Listing the issues of particular concern to conservatives, the petition protests that “Soros has provided funding for abortion rights, atheism, drug legalization, sex education, euthanasia, feminism, gun control, globalization, mass immigration and other radical experiments in social engineering.”
“We want America to remain sovereign, a Republic nation,” the petition stresses. “We want to remain a Christian nation. This man and his son will continue to attempt to destroy our Western values and we agree he must be removed or arrested immediately to guard the safety of our values and our country.”

Taking a look at what is known about Soros’ global efforts, and offering a distinctly Russian perspective on the billionaire’s initiatives, RIA Novosti contributor and Russian Institute for Strategic Studies expert Igor Pshenichnikov pointed out that virtually everything laid out in the Change.org petition applies not only to the United States, but far beyond its borders as well.

Business magnate George Soros arrives to speak at the Open Russia Club in London, Britain June 20, 2016.
“Soros,” the analyst recalled, first “outlined his view of the world in his book ‘The Age of Fallibility’. His main aim is to create a world without borders, where everyone is equal and free, where the interests of all minorities, especially sexual ones, are not only secured through legislation, but prevail over the interests of the majority.”

The billionaire, Pshenichnikov added, is the proponent of a gender ideology “borne in the depths of the feminist movement, and which today has become a socio-political foundation of Western society. This ideology implies ‘freedom from gender identity’: however one imagines him or herself in the gender sense is how they should present themselves to the world. In the West today, this is de facto the ‘dominant religion’, and Soros is a fanatical follower of this religion.”

Last year, hacktivist-run website DC Leaks published dozens of secret documents related to Open Society Foundations operations, demonstrating, among other things, how Soros’ fingerprints were all over efforts to affect Western societies in ways disturbing to conservatives and others opposed to a post-family world. This, Pshenichnikov noted, includes the depatholization of sexual and gender identities, along with strategies to decriminalize prostitution and legally recognize transsexualism as a psychiatric norm.
“Soros has also actively intervened in the work of the World Health Organization,” the journalist noted, “and has tried to change existing international classifications of sexual disorders so that the postulates of ‘gender ideology’ could be scientifically justified.” The strategies include support for advocacy groups working to change the WHO’s International Classification of Diseases to remove transsexualism as a psychiatric diagnosis.

The WHO’s European bureau, where Soros’ supported ‘advocacy groups’ are also in place, have also been highly active in supporting the billionaire’s agenda, specifically with the ‘Standards for Sexuality Education in Europe’.

General view of the World Health Organization (WHO) headquarters in Geneva, Switzerland, February 1, 2016
This document, Pshenichnikov noted, includes instructions “on how European children are to be reformatted from a young age, their traditional innate matrix destroyed. Here’s just one excerpt from these standards: ‘Sex education is firmly based on gender equality, self-determination [of sexual identity] and the acceptance of diversity.'”

Boomerang Effect: US’s Color Revolution Formula Comes Home to Roost
Furthermore, the commentator added, DC Leaks has confirmed in its 2016-2019 strategy for ‘women’s rights’ an aggressive campaign to promote abortion, aiming not only to remove anti-abortion restrictions, but to stimulate their growth in countries where restrictions do not exist. “The implementation of this strategy involves a national representative presence by Amnesty International, various associations and family planning centers, and organizations defending women’s right to abortion. In the first stage, Soros’ plan calls for an attack against Catholic countries, especially Ireland and Poland, which have strong anti-abortion legislation in place.”
Billions for Regime Change Worldwide

The financing of NGOs meant to destabilize countries which don’t meet Soros’ value system is no secret to anyone, Pshenichnikov noted. “On its own website, Soros’ fund does not hide that it has spent $1.6 billion on the goal of ‘democratic development’ in the countries of Eastern Europe and the former Soviet Union over the past 33 years.”

“Furthermore, $2.9 billion has been spent on ‘human rights’, including ‘often marginalized groups such as drug users, sex workers, and LGBTQ communities.'” $2.1 billion more has been spent on ‘education projects’ from pre-K to higher education, including the aforementioned sex education projects.

In 2017, Soros’ fund plans to spend a total $940.7 million dollars, “from which initiatives in the US will get $98.7 million, those in Europe $65 million, and those in Eurasia (meaning Russia) $42.8 million.”

Three years ago, Pshenichnikov wrote, Soros’ tens of millions of dollars’ worth of investment into ‘pro-democracy’ NGOs in Ukraine paid off, and the country was subjected to the unrest leading up to the Euromaidan coup d’état, a cataclysm from which the country continues to reel from today. Other Eastern European countries, from Bulgaria to Hungary, have also been affected.

Nationally oriented leaders in Eastern Europe have made clear where they stand on Soros and his foundations. Last year, Hungarian Prime Minister Viktor Orban had the following to say of the billionaire’s activities: “There are some who envisage a world without borders: this is exactly the concept which George Soros and his civil society organizations seek to popularize. This notion is at best well-intentioned and naïve, and at worst is based on a calculated assessment of processes leading to the end of traditional civilizations, ways of life, cultures and nations.”

Now, Pshenichnikov noted, following Trump’s election, mass demonstrations of the kind long seen in developing countries around the world have begun popping up in the US as well, including via Pussyhat Project, which US alternative media have warned sounds quite similar to Soros-linked projects, complete with its own color and brand identity.

Ultimately, the journalist stressed that as far as the US is concerned, Trump is now the main figure “expressing the will of traditional America. For this reason, he appears to be the main headache for Soros.” Who will emerge victorious in the ideological, political and metaphysical battle between conservative nationalism and liberal globalism? Only time will tell”.

Jean Bricmont : comité de censure et logique totalitariste derrière la lutte contre les «fake news»

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Par Jean Bricmont, RT — 10 février 2017 Censure Décryptage Désinformation France Liberté d’expression Propagande

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Il n’y a pas d’autre solution que de pousser à plus de débats ouverts pour mieux lutter contre les «fake news» sinon, poussés par la censure, les gens auront encore moins confiance dans les médias mainstream, estime l’essayiste Jean Bricmont.
RT : Quelles sont vos préoccupations quant aux médias qui se chargent de détecter des «fake news» et qui eux-mêmes produisent des fausses informations ?
Jean Bricmont (J. B.) : En effet, les médias mainstream diffusent eux aussi des «fake news», du moins c’est mon opinion. On pourrait parler des armes de destruction massive pour lancer la guerre en Irak en 2003. Mais c’est déjà bien connu. On peut prendre l’exemple de l’attaque à l’arme chimique de l’armée syrienne en août 2013. Il y a eu des rapports très sérieux du MIT démontrant que ce ne pouvait pas être le gouvernement syrien qui l’avait utilisée. Il y a eu aussi le supposé génocide à Alep-Est où aucun des journalistes n’était sur place et dont on ne trouve aucune trace. Où sont les preuves ? Il n’y a que des allégations et des accusations. En ce qui concerne l’Ukraine, qui a violé l’accord de Minsk ? Le gouvernement ukrainien ou les autoproclamés rebelles ? Si le Kosovo a eu le droit de faire sécession avec la Serbie, pourquoi la Crimée ne pouvait-elle pas le faire avec l’Ukraine ? Ce sont des questions que les gens se posent et pour avoir des réponses, ils se tournent vers des médias alternatifs. Parfois vers d’excellents sites, parfois vers de très mauvais. Ils lisent parfois des «fake news». Ils le font parce qu’ils sont en colère contre les médias mainstream, ils ont l’impression que ces médias ne leur disent pas la vérité.
RT : Cela peut-il influencer l’opinion publique ?
J. B. : Je pense que c’est un coup d’épée dans l’eau. Les gens font de moins en moins confiance à leurs médias. C’est ce qui explique le succès de RT. C’est un peu comme ce qui est arrivé avant la chute du mur de Berlin et de celle du rideau de fer. Avant cela, les citoyens écoutaient Radio free Europe, une radio américaine qui diffusait en réalité beaucoup de propagande américaine mais que les gens l’écoutaient car ils ne croyaient plus en leurs médias. Qu’ont fait les autorités soviétiques et de l’Europe de l’Est ? Ils ont essayé de limiter ou d’interdire cette radio, d’empêcher leurs citoyens de l’écouter. Quel a été le résultat ? Cela s’est retourné contre eux. Cela a donné d’autant plus de crédibilité à ce média. Les populations ont continué à l’écouter comme une alternative à leurs propres médias d’Etat. Aujourd’hui, les citoyens ont perdu foi dans les médias occidentaux. Comment répondent ces derniers ? En faisant des listes de sites à bannir ou à éviter, comme l’Eglise catholique l’a fait avec les livres. Cela va pousser les gens à aller sur ces sites. Certains sont très bien et d’autres pas du tout. Mais cela va attirer des lecteurs sur l’ensemble de ces sites décriés. Cela va finir par se retourner contre eux. Ce phénomène ne sera pas forcément immédiat mais à long terme, cela me semble inévitable.
RT : Comment peut-on lutter contre les «fake news» ?
J. B. : Pour tout vous dire, je ne sais pas. Je pense que la seule alternative aux «fake news» reste d’avoir des informations honnêtes et des médias honnêtes. Edward Snowden l’a dit lui-même. Mais les médias occidentaux, en supportant tant d’interventions en Libye, en Syrie ou en Ukraine, se sont enfermés eux-mêmes dans des scénarios. A présent, les Etats-Unis vont peut-être changer de politique ou de stratégie et cela les fait paniquer. On peut voir en France des candidats comme François Fillon, Marine Le Pen ou Jean-Luc Mélenchon, qui s’interrogent sur la pertinence de l’OTAN. Il y a donc une certaine panique qui s’installe dans les médias français. Ce qui explique peut-être pourquoi ils encouragent cette ligne mainstream qu’incarne Emmanuel Macron. Tout est mis en place pour le mettre en avant. Je n’ai jamais vu de manipulation pareille de toute ma vie venant du côté occidental. Même pas pendant la Seconde Guerre mondiale. Je suis atterré.
RT : Facebook et Google ont tous les deux été accusés de promouvoir des sujets particuliers en dépit d’autres. Est-ce correct qu’ils décident désormais ce que sont les «fake news» ou pas ?
J. B. : Non. Il n’y a jamais qu’une seule réponse à tout cela, c’est le débat ouvert et libre. Il ne peut pas y avoir d’alternative car il reviendra toujours la question de «qui va décider ?». Ce sera forcément une sorte de comité de la censure. Qui pourra alors nous dire quand ces derniers raconteront de fausses histoires ? Puisqu’ils auront le pouvoir de supprimer les vues sur les autres sources et de les censurer, quand ils partageront des «fake news» comme ils l’ont fait par le passé, personne ne pourra les contredire ou même les critiquer. La logique derrière cela est totalitariste. Je ne pense pas que cela ira jusque là, mais cette logique est bien présente dans leurs outils de lutte contre les «fake news». Ils n’iront pas jusque là, car il y aura toujours en France et ailleurs des journaux locaux qui ne seront pas d’accord avec eux et donneront des points de vue alternatifs. Quoi qu’il en soit, il n’y a pas d’autre solution à mon sens que de pousser à plus de débats ouverts. Dans ce genre de discussions, on n’a pas d’autres choix à terme que de ne dire que la vérité.

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RT: 10 févr. 2017
Jean Bricmont est docteur en sciences et essayiste belge. Professeur à l’Université catholique de Louvain, il est auteur et co-auteur de plusieurs ouvrages dont La république des censeurs, Impostures intellectuelles (avec Alan Sokal).
Lire aussi : Entre bonnes intentions et effets pervers, le Décodex du Monde vu par le journaliste Guy Mettan
Source: https://francais.rt.com/opinions/33802-jean-bricmont-comite-censure-totalitariste-lutte-fake-news

Alugar o corpo, do próprio ou até de outrem (fazendo negócio com o sexo alheio)? Não há problema. É tudo relativo e o ser humano tem preço.

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Notícias ao Minuto (10-02-2017):

“Comete crime de lenocínio “quem, profissionalmente ou com intenção lucrativa, fomentar, favorecer ou facilitar o exercício por outra pessoa de prostituição”, sendo “punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos”, de acordo com o Código Penal.

O tipo legal do crime de lenocínio visa a proteção da liberdade e da autodeterminação sexual da(o) prostituta(o), inserido na parte dos crimes contra a liberdade sexual.

“Não se pode presumir, de forma categórica e inilidível, que quem fomente, favoreça ou facilite a prostituição, ao fazê-lo, pura e simplesmente, põe em risco a liberdade sexual de quem se prostitui”, sustenta o TRP, num dos argumentos apresentados.

Os juízes desembargadores João Pedro Nunes Maldonado e Francisco Mota Ribeiro votaram a favor da inconstitucionalidade do crime de lenocínio, enquanto o juiz desembargador António Gama apresentou voto de vencido, pelo que a decisão não foi unânime.

O acórdão da Relação do Porto faz menção a uma decisão do Tribunal Constitucional, proferida em dezembro de 2016, que considera constitucional o crime de lenocínio. Na ocasião, três juízes votaram neste sentido, contra dois, sendo que um dos votos contra esta decisão pertenceu ao presidente do Tribunal Constitucional, Costa Andrade.

A Relação do Porto discorda do Tribunal Constitucional e dos seus fundamentos.

“(…) Assentam em estudos de natureza acientífica, ligados à área dos conhecimentos sociais e empíricos, carecendo de demonstração metódica, organizada e racionalmente interpretada a associação da prostituição a situações de carências sociais elevadas e que qualquer comportamento de fomento favorecimento ou facilitação da prostituição comporta uma exploração da necessidade económica ou social do agente que se prostitui”, frisa o TRP.

Ou seja, além da imoralidade, os juízes mostram ignorância e atribuem-na aos outros.

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A Época da Pós-Verdade ou O Óbito da Verdade

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Na verdade, a única diferença, se a há, é usar de maneira manupuladora e cínica a falsidade, invertendo os valores: o verdadeiro passa, para os governos e para os media dominantes, a ser o falso, na perspectiva deles, e o falso converte-se em verdade indiscutível, uma vez etiquetado de falso tudo o que lhes não convém. A época da pós-verdade é, em suma, a época na qual os grandes poderes decidem o que deve ser, e não deve ser, dito à população. É uma forma de censura, barroca, ou pós-moderna, mas tão antiga como a sofística da Antiguidade.

É fácil, portanto, encontrar exemplos da pós-verdade, que, ao contrário do que diz o Oxford Dictionary, não consiste apenas em substituir os factos pelas emoções (melhor, sentimentos) mas sobretudo na capacidade dos que têm a palavra de convencer que a verdadeira verdade é falsa e que a sua é que é a verdadeira, distorcendo ou ocultado os factos, aproveitando-se do cinismo generalizado que desconfia mais da honestidade do que dos próprios cínicos, dado que ficam todos em família, postulando  não haver verdade, postulado que, enquanto enunciado, é  igualmente falso, recorrendo também ao provérbio antiquíssimo segundo o qual a mentira para ser eficaz tem de trazer à mistura um pouco de verdade. Mas ilustremos a pós-verdade com uma banda-desenhada, que a representa literalmente e muito bem:

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Reproduzo aqui um excelente comentário a esta palavra da novo-língua:

Manuel Augusto Araujo
Praça do Bocage

O Óbito da Verdade

“Os Oxford Dictionaries, um canone dos dicionários, elege todos os anos uma palavra da língua inglesa. A de 2016 é “pós-verdade”. Definiram-na como o “que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais factos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e a crenças pessoais”.

Explicam os doutores de Oxford que “pós-verdade deixou de ser um termo periférico para se tornar central no comentário político (…) tornou-se uma das palavras definidoras dos nossos tempos.”

A verdade deixou de interessar, é um acessório no debate político. Quando Colin Powell vai às Nações Unidas, com mapas falsificados localizando fábricas de armas de destruição maciça no Iraque que não existiam, não mentia descaradamente, estava a desdobrar uma pós-verdade utilizada para justificar a invasão. Bush, Blair, Aznar e Durão Barroso na cimeira dos Açores não mentiram, estavam a fazer um exercício de pós-verdade.

As grandes plataformas de difusão da pós-verdade são as redes sociais bem sustentadas por uma comunicação social estipendiada ao serviço do imperialismo para justificar as suas acções agressivas. O que já está na forja é instituir censura nas redes sociais limitando a acção de quem, sem acesso aos media, denuncia as pós-verdades. Um exemplo recente: Kerry em entrevista ao New York Times diz, preto no branco, que os EUA sustentaram com armas e bagagens o Estado Islâmico. O NYT fez o seu trabalho editorial de desinformação. Expurgou essa passagem, deixou-a pairar nas entrelinhas. Construiram uma pós-verdade, desmentida pela gravação na integra da entrevista. Quem fizer circular essa gravação poderá agora ficar sujeito à censura. Com a vulgarização da pós-verdade tudo se torna possível, mesmo que se verifique que as afirmações feitas sejam mentira. Nada de inesperado se houver memória que teóricos da pós-modernidade defendem a tese que “a ideia moderna da racionalidade global da vida social e pessoal acabou por se desintegrar em mini-racionalidades ao serviço de uma global inabarcável e incontrolável irracionalidade”.

Os tempos em que Lenine proclamava que só a verdade é revolucionária, são sepultados pela pós-verdade, um triunfo da ideologia de dominante de direita que contamina boa parte da esquerda”.

( publicado no Jornal a Voz do Operário, Fevereiro 2017 http://www.avozdooperario.pt/images/Jornal/Fevereiro2017/VO3041_web.pdf)

Soros, the Purple Revolution and The Caviar Eating Fake Left -Gilbert Mercier, 21st Century Wire

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21st Century Wire
Soros, the Purple Revolution and The Caviar Eating Fake Left
NOVEMBER 18, 2016 BY 21WIRE 3 COMMENTS
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Gilbert Mercier
News Junkie Post
“We live in interesting times when protesters act out the tantrum of a super-rich man who did not get his way despite all his money.” – Dady Chery
Eighty-six-year old Hungarian-American, George Soros, is a very rich man. He currently ranks number 46 in the very exclusive club of richest persons in the world. In 1947, as Hungary tilted to the Soviet Union block, he went to the United Kingdom to study economics. This early life experience made him not only an anti-communist, but also a staunch anti-Russian who was always plotting his revenge against the Soviets. Soros knew that, to have any say in the capitalist order, one had to become filthy rich.
At some point in his life, however, Mr. Soros decided that money only mattered if he could leverage it in influencing policies on a global scale. His role models for this aspect of his life were probably the two consigliere extraordinaire of the United States empire, slightly older than him, who are Henry Kissinger and Zbigniew Brzezinski. The three men shared common views on the threat of the so-called communist domino effect and later, once the Soviet Union had collapsed, became fervent champions of a global empire with its nervous system in Washington. In their sociopath vision of the world, a minute elite of wise men should have the planet as their oyster while, we, the worker bees slave away at their mercy. The Marxist ideology that inspired the Russian, Chinese and Cuban revolutions should be silenced forever, and even the dangerous successes of the French and Haitian revolutions, based on the philosophers of the Enlightenment, should never be considered by any national entity as an option.
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Backing Clinton
Mr. Soros was a prime financier of Hillary Clinton’s campaign through one of his henchman John Podesta. Soros lost, and providing that the American people and the world citizenry learn a valuable lesson, his Messianic objective of world domination, after a successful goal of regime change in Russia, has failed with the mandate of President-Elect Donald Trump.
As an example, in February 2016, this is what Soros published in the fake left media outlet that he sponsors: The Guardian. The essay had a quite provocative title, and it was mainly addressed to Europe’s leadership and the public opinion. In “Putin Is a Bigger Threat to Europe’s Existence than ISIS,” Soros wrote:
“The Putin regime faces bankruptcy in 2017 when a large part of its foreign debt matures, and political turmoil may erupt sooner than that. The President’s popularity, which remains high, rests on a social contract requiring the government to deliver stability and a slowly, but steadily rising standard of living. Western sanctions coupled with the sharp decline in the price of oil will force the regime to fail on both counts.”
All geopolitical analysts make projections; some turn out to be accurate, others not. But Soros is not a geopolitical analyst. This, in very few sentences, was his battle plan for regime change in Russia.
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In 1992 Soros crashed the Bank of England
Let’s look at the specifics of the timeline in the trajectory of the unquestionable puppet master of humanitarian imperialism. It was in 1979 that Soros decided to diversify his already giant financial portfolio to invest into media organizations and NGOs big or small.
His opaque so-called Open Society Foundation now funnels money to more than 100 foundations and various think-tanks. But one must understand first what sorts of ruthless strategies Soros has used to, not only, acquire his fortune but also literally subdue a nation that used to be the most powerful empire in history.
This takes us to the UK on Black Wednesday, September 16, 1992, when George Soros decided to show the world how powerful he was. That day, Soros did a short on the British Pound by dumping £10 billion worth of the currency on the UK stock market. Soros crashed the mighty Bank of England and showed everybody that he was more powerful than a major economy’s central bank.
This action made Soros £1.8 billion. It was immoral to ruin the lives of countless hard working British citizens but, however, perfectly legal.
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The hijack and killing of Occupy
Occupy was a real movement, at its inception in the fall of 2011. Some of us had even hoped that it would be the dawn of a global revolution. This did not take into account George Soros’ minions of MoveOn, Change.org, Answer Coalition and the pseudo intelligentsia of the Amecican fake left. They infiltrated then hijacked the movement. The stakes were too high, especially with Wall-Street friendly Barack Obama due for reelection in 2012.
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The final battle of Occupy was fought and lost on December 4, 2011 in Washington DC. My colleague Liam Fox and I were there. We watched it go to waste. Until then, anarchist flags had flown above the tents. The Occupy movement included Anarchists, as well as Greens, neo-Marxists, and Libertarians, and it represented a real threat for the status quo. Soros and his surrogates of the so-called progressive alternative media made sure Occupy became neutered, toothless and finally dead. It would eventually become a convenient voting block to reelect Barack Obama.
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Soros, the purple revolution, and the caviar eating fake left
Mr. Soros is quite fashion conscious for an older gentleman, even though this term doesn’t quite apply to the Ministry of Truth’s ultimate evil do-gooder. He seems to fancy secondary colors when it comes to symbolizing the fake revolutions with regime change goals that he indirectly orchestrates.
It is clear that he had his hands in Iran’s green revolution in 2009, as well as Ukraine’s orange revolution. Now he wants to bring a purple revolution to the United States, to challenge the mandate of President-Elect Trump. This color revolution, like the others, will ultimately fail, providing that police in cities or Trump’s supporters do not fall for the provocation and either crack down or counter-protest.
The mainstream media that Soros and his protege Hillary Clinton controlled have been exposed by Wikileaks as the diligent presstitutes of the Ministry of Truth. CNN, MSNBC, the New York Times, the Washington Post, NPR News and many others, have been unmasked as biased propaganda outlets. The same goes for the founder of the Huffington Post, and its founder Ariana Huffington. NPR News cannot be considered to be an impartial media organization while it receives massive funding from both George Soros and the Bill and Melinda Gates foundation. Darling of the fake left Rachel Maddow, before getting her big-paycheck gig at MSNBC, started her career at the Soros-funded Air America radio.
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Among the pseudo-left alternative media, it is not much better. Noam Chomsky, who has been called “the Socrates of our times” by his colleague Chris Hedges, might have drunk his hemlock by endorsing Hillary Clinton. The same Chris Hedges, along with Cornell West, Amy Goodman and Naomi Klein were shrewder when they endorsed Jill Stein. But they might want to step down from their ivory towers from time to time and ask themselves a simple question: if Stein was the candidate of the ’99 percent,’ then why did she only receive 1 percent of the vote?
Another character and instigator of the Soros-financed purple revolution is Michael Moore. The documentary filmmaker has posed as a blue-collar ordinary working man for more than a decade, even though he is a millionaire. Moore is organizing a one-million women march in Washington DC on the day of President-Elect Trump’s inauguration, as an ultimate stand against his alleged sexism. Who will lead Soros’s mighty purple female army along Michael, will it be generals Lady Gaga and Madonna?
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On a more serious note, Mr. Soros and his Wall Street friends should reflect on what would happen to the US stock market in case of increased tension with Russia and China, which is what Soros has championed. Would China use what financier Warren Buffet called an economic weapon of mass destruction and dump its $3 trillion of Treasury-Bond holdings in one day?
The net result for Wall Street would likely be as high as the return on the George Soros and the Saudi investments in Hillary Clinton’s bid for the White House: a zero sum game.
Editor’s Notes: This article is dedicated to my old friend Liam Fox. Gilbert Mercier is the author of “The Orwellian Empire.” Composite one by David Blackwell; composites two and three by Mark Rain; photographs four, five, six and eight by Gilbert Mercier; and composite seven by Zr428.

“Demand Protest” – Organização de Protestos a Pedido! Ou o Negócio das Revoltas e Revoluções Coloridas.

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Inacreditável! Contra-informação? Piada? Verdade? Por isso, aqui vai o texto e a imagem da página de rosto:

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“WE ASSEMBLE MOVEMENTS

From grassroots organizations to advocacy groups, we seed the narratives and gather the audience you desire. When your strategy demands paid protest, we organize and bring it to life.

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UNASSAILABLE AUTHENTICITY
We are strategists mobilizing millennials across the globe with seeded audiences and desirable messages. With absolute discretion a top priority, our operatives create convincing scenes that become the building blocks of massive movements. When you need the appearance of outrage, we are able to deliver it at scale while keeping your reputation intact.
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